domingo, 17 de abril de 2016

O FATO E A IMAGEM- PROFESSORANDAS DO COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS(1978)

Na imagem concludentes do curso Normal do Colégio Sagrado Coração de Jesus(turma João Paulo II) do ano de 1978(século passado). Patrono: Renato de Araújo Carneiro; Paraninfo: José Antônio de Lima; Homenagem especial: Irmã Ana Valdênia Costa(Diretora); Irmã Helena Calderaro(supervisora); Homenageados: Dom Joaquim Rufino(Bispo Diocesano), Pe. José Bezerra Filho(Vigário), Ir. Estela Ferreira(Sup. Provincial), Dayse Façanha de Sousa, Irisvalda Barros, Maria Vilma da Silva e Maria Auristela Freire. 'Concludentes: Ana Lúcia Bezerra, Ana Maria Da Silva, Angela maria Barbosa, Antonia Mariuza Alves, Carmélia Carlos Paulo, Carmem Lúcia Cândido Costa, Cícera martins Barbosa, Clêene Cristino Correia, Denise Roque Pires, Francisca Fádua Matias Moreno, Francisca Glauciene Bezerra de Queiroz, Francisca Glaucineide b. de Queiroz, Ilana Maria Maciel goes, Ireuda de Oliveira Barbosa, Jane Meire Gomes Carneiro, Joana Emílio Azevedo de Lima, Lélia Maria Silva Lima, Liliane Matias, Dinelly, Lúcia Fatima Ferreira da Silva, Lucíola Maria de Aguiar Costa, Luiza Alves do Nascimento, Luiza Leite Alves, Margarida Maria de Queiroz, Maria Aldemira Gomes Jataí, Maria Auriluce Ferreira, Maria Averlane Gomes Jataí, Maria Carmélia Santos, Maria Cleide Alves de Sousa, Maria das Graças de oliveira Cunha, Maria das Graças Viana Bento, Maria de Fátima Carneiro Costa, Maria de Fátima Ferreira, Maria do Socorro Gomes dos Santos, Maria Elenir Silva Barbosa, Maria Eliane e Silva, Maria Eliene Maciel Pinto, Maria Farias de Sousa, Maria Helena Costa Lima, Maria José Almeida, Maria José de Oliveira, Maria Lucileide de Almeida Fernandes, Maria Nilse Menezes Tomé, Maria Sandra dos Santos, Maria Soledade Nogueira, Maria Tereza Moreira Ribeiro, Maria Zely Saraiva Bezerra, Maria Holanda Viana, Marta Maria Cavalcante Bezerra, Meyre Socorro Menezes Lima, Nádia Maria França de Oliveira, Sônia Maria de Oliveira Carvalho, Raimunda Dantas da Silva, Tânia Maria Costa Guerra e Vânia Maria Costa. No dia 08.12, às 18 horas, aconteceu Missa Solene e Bênção dos anéis e em seguida á colação de grau nas dependências do Colégio. No dia 10, aconteceu o Baile das Esmeraldas. As jovens receberam o carinho dos pais e amigos

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PROFESSORA MARIA GUEDES(TUZINHA)- SINÔNIMO DE DEDICAÇÃO E ABNEGAÇÃO NA ARTE DE ENSINAR

Maria Guedes- ser professora é amar sem limites
Com os amigos numa festa de aniversário
<>Na calma e poética Canindé dos anos 30, sob o olhar cheio de ternura dos pais, crianças brincavam desfrutando daquela infância gostosa e saudável. Enquanto os meninos se encantavam com carrinhos de lata, cavalgavam em cavalinhos de pau, jogavam bila, chutavam bolas de meia, as meninas pulavam elástico, corda, amarelinha e outras brincadeiras. Mas, uma linda criança, morena e pele luminosa, gastava seus verdes anos, se fazendo passar por professora, o seu sonho mais lindo. Maria Guedes Barroso aprendeu as primeiras letras com a sua mãe Maria Anízia, a quem chamava, carinhosamente, mãezinha do coração. Aprendeu toda a "Carta do ABC" com a dedicada mãe. Dizia que, ao ficar gente grande, seria encantada por uma bruxa boa e viraria professora. Elas parecem uns anjos bons da terra, é tão bonito o seu trabalho. Estava mesmo escrito nas estrelas que, ao crescer, Maria Guedes exerceria esta profissão que envolve um amor sem limites, sacrifício e responsabilidade. Hoje, aos 90 anos, educadora aposentada, Tuzinha(forma carinhosa como é tratada pelos amigos), afirma, com os olhos brilhando, que professor é a atividade mais completa, é um dom, uma vocação,  é ser herói, uma guerreira, uma deusa. Transformamos a vida de muita gente e, ainda hoje, ex alunos vem a minha casa para me abraçar e agradecer. Ensinar é amar e iluminar o caminho de muitos jovens, diz com a voz embargada pela emoção. Quando atingiu 12 anos, a família veio morar na terra dos monólitos que, naqueles anos, já apresentava possibilidades maiores para a educação de crianças e adolescentes. Estudou no Grupo Escolar de Quixadá(depois José Jucá), onde se destacou pela dedicação, respeito aos mestres e amizade com as colegas de turma. Lembra, com ternura e saudade, das professoras Dulce Ferreira, Lucrécia Viana, Laudícia, Maria Garrido e de todas as outras. Depois de concluir os estudos superiores, chegou o tão sonhado momento de começar a lecionar. Aquele sonho de criança se tornaria realidade! Os ensinamentos de dona Anízia, dos professores, não foram em vão! Com eles aprendeu, além do conhecimento, a ter noções de cidadania, responsabilidade e dedicação ao trabalho. Foram 43 anos dedicados a guiar jovens nos impérvios caminhos da vida. Falar em Maria Guedes(Tuzinha) é lembrar do grandioso trabalho desenvolvido pelos educadores e, segundo falam ex alunos, ela foi mestra na arte de ensinar. Levou o conhecimento para jovens e adultos na escola de São Luiz, Caraíbas, Serra do Estevão e lecionou ainda na escolinha do Curtume Belém e  José Jucá. Merece destaque especial o trabalho desenvolvido na alfabetização de adultos em Rinaré. Lembra da alegria estampada no rosto de pessoas já de, certa idade, ao aprender a ler. Maria Guedes sempre nos lembra o que falou o poeta Mário Quintana: "Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem". Quixadaenses(ou não) exercendo importantes atividades na comunidade foram seus alunos, como por exemplo, Valdécio(advogado), Francisco das Chagas Costa(advogado), Risolene, dentre muitos outros. Tendo conquistado o coração dos alunos e de toda a comunidade, pois tratava as pessoas com muito carinho, a bondosa mestra participou ,ativamente, da vida social e política do município, tendo ocupado diversos postos nas administrações de alguns prefeitos como Aziz Baquit(Departamento de Pessoal), Francisco Martins de Mesquita(Administração), tendo colaborado, ainda, com o trabalho de outros prefeitos e na Câmara Municipal de Quixadá. Pela sua experiencia adquirida no setor educacional, a querida Tuzinha sempre era consultada pelas autoridades municipais, quando da instalação de uma escola nos distritos ou na sede do município.Por ter prestado relevantes serviços a cidade, que tanto ama, foi condecorada com a medalha do Cedro e recebeu outras homenagens. Mas, Maria Guedes Barroso gosta mesmo é de ser lembrada como professora. Nada é mais bonito do que guiar os caminhos a ser percorridos pelas pessoas. Faz questão de lembrar queridas mestras  como Maria do Carmo Lélis(conhecida como dona Quintina),  Francisca Neusa Jataí, Neémia Jataí Teles, Professora Nana(com quem aprendeu o Catecismo), Maria Cavalcante Costa e muitas outras. Aponta como um dos grandes amigos, o médico Everardo Silveira, lembrando que foi a pessoa mais caridosa que conheceu. Ele não queria saber de dinheiro, cuidava do doente rico e pobre. Segundo a filha e companheira inseparável de todas as horas, Sandra Guedes,  a existência de sua mãe tem sido  um ato de amor, não só para com a família, mas com todos que dela necessitam. Minha santa mãezinha foi o maior presente que Deus me deu, diz emocionada. Por ter transmitido tanto amor na abençoada profissão de professora, pelas palavras de conforto, por nos ensinar a ser responsável, solidários, amigos, nós, ex alunos e comunidade, lhe damos: "Aquele abraço querida Tuzinha!"


Maria Guedes entre amigos
Católica, foi ver o papa João Paulo II em Fortaleza-1980

Sendo condecorada pelo médico Mesquita

Campanha para vereadora-anos 70


terça-feira, 22 de março de 2016

NENEN DO RÁDIO- SUA OFICINA É UMA DAS MAIS REQUISITADAS PELOS QUIXADAENSES

Neném do rádio conquistou a confiança dos clientes
<>O rádio era a companhia de todos os dias naqueles mágicos anos dourados. Ainda ocupa lugar de destaque na vida das pessoas, mas agora dividindo preferência com as chamadas plataformas digitais. A sala de visitas era o espaço onde se localizava e era tratado, carinhosamente, por toda a família. Ainda está gravada na memória de muita gente, aqueles de mais idade, o famoso rádio "Semp" que era chamado de capelinha e era mostrado, como objeto de grande valor, às visitas que, junto com o pessoal da casa, ouviam os programas preferidos. Foi,a partir dos anos 70, que a terra dos monólitos atingiu um ritmo de crescimento ,jamais visto, com o aumento de sua população e uma nova feição urbanística. Com a presença do popular aparelho na maioria dos lares surgiu a necessidade de um bom número de rádiotécnicos para o conserto e manutenção em receptores de rádio. Grandes profissionais passaram a atender às famílias e, em especial, um merece destaque, não só pelo grande conhecimento da profissão, mas  pela honestidade e seriedade que imprime em seu trabalho. Francisco Lopes Esteves é o seu verdadeiro nome, mas os quixadaenses o tratam, de forma carinhosa, como "Nenen do rádio". Este filho de Canindé veio para Quixadá com vinte e poucos anos, conquistando, em pouco tempo, o respeito e a amizade de todos e, como não poderia deixar de ser, a preferencia daqueles que o procuram para os, sempre necessários, reparos nos defeitos que se apresentam, vez em quando. Conversar com este profissional é respirar, é conhecer, com mais profundidade, o mundo maravilhoso do rádio. Nenen  nos lembra que, além do famoso "Semp PT 76", havia outras marcas de valor como os da marca "ABC, General Eletric, Philco, Philips, dentre outros. Pouco a pouco, foram crescendo o número de televisores e  também se destacou no conhecimento desses objetos que invadiam os lares quixadaenses. Destaca a grande qualidade das marcas "colorado", inclusive à tv portátil, Admiral, Philco e outras. Ganhou a confiança daqueles que procuravam fazer os reparos nos seus  televisores, mas, não há como negar, foi consertando rádios que se tornou um dos técnicos mais populares da cidade. O querido profissional é bastante grato ao amigos Carlito e Chiquinho a quem os trata como seus professores. Tinha grande admiração e respeito para com o saudoso Luis Adolfo, um mestre na arte de consertar diversos aparelhos, como faz questão de afirmar. Chama bastante atenção de todos o fato de Nenen, ao receber um aparelho em sua oficina, comunicar ao cliente que não existe defeito algum  e que as causas do problema são outros. Tal atitude é reveladora do grande caráter deste técnico que é uma dos profissionais mais queridos. Merece registro a grande presença de pessoas de outras cidades na sua oficina, pois,
Nenen e sua querida Francisca
Nenen e o amigo Albino Tomé
Nenen e a filha Crislaine, quando criança
sabedores de sua capacidade, o procuram para os mais diferentes tipos de serviços ofertados numa eletrônica. Atualmente, sua oficina se localiza na rua Autran Moreno, mas há alguns anos, o local de trabalho ficava defronte ao posto Quinzinho. É casado, desde março de 1984(século passado) com Francisca Araújo Esteves que ,sem dúvida, é uma espécie de anjo da guarda em sua vida e é pai amoroso da jovem Crislaine que trabalha na área da saúde. Na atualidade, Nenen atua mais no conserto de televisores e fontes para carregar baterias, mas ainda aparecem clientes necessitando de consertos de rádio. Por enfrentar a vida corajosamente e com honestidade, também pelo grande respeito que devota a todos, Nenem do rádio conquistou um lugar especial no coração dos quixadaenses.

sexta-feira, 4 de março de 2016

MAESTRO MARQUINHOS - UMA ESTRELA QUE CONTINUA A BRILHAR NA VIDA DOS QUIXADAENSES

Marquinhos regendo nossa banda de música
 <>O seu coração estava sempre de portas abertas para a família, os colegas da banda de música e para todos os amigos. A figura do maestro Marcos José de Sousa Rodrigues resplandece entre aqueles que foram seus colegas de trabalho e os alunos de música a quem tanto se dedicou. Com certeza, não há nada melhor, nesta vida, do que se dar inteiramente aos outros, gostar, ter respeito e, quando possível, ajudar nas horas incertas. É assim que lembramos a figura do inesquecível Marquinhos, nascido em Quixadá, no ano de 1961, filho do senhor Cipriano e Maria do Socorro.  Lágrimas rolam no rosto daqueles que pertenceram a banda de música e ex alunos, ao tempo em que ele era maestro, ao lembrar de sua dedicação e amizade, fazendo de cada um, amigos de verdade,  tratando as crianças e adolescentes, alunos de música, como "meus filhos".  A música se entranhou na alma de Marquinhos, ainda criança, mostrando uma enorme aptidão para as artes. Ainda nas calças curtas, passou a frequentar a nossa banda, mas , como observador,  levado pelas mãos do tio, Senhor Viana, que logo percebera o talento precoce do sobrinho. Não demorou muito e  passou a fazer parte do grupo e ,no ano de 1979, obteve a sua carteira como músico profissional. Sempre alegre, brincalhão, mas dedicado a evoluir, como músico, atento aos ensinamentos do maestro José Pretinho e dos amigos Dudu e Didi a quem tratava como "meus pais musicais". Em 1986, assume a função de "músico professor" e ,com a morte do notável maestro José Ferreira de Barros(Zé Pretinho), assume a regência de nossa banda de música, implantando uma filosofia de trabalho que privilegiava um permanente estudo musical e um forte sentido de equipe dando ares de uma grande família, onde, todos os componentes, se tratavam como irmãos. Paralelo a atividade de regente, exerceu o magistério, lecionando em escolas da terra dos monólitos e de outros municípios. Formou-se em História no ano de 1988 e ,por ocasião de sua formatura, fez questão de lembrar sua primeira professora, a dedicada Maria Luiza Costa(Nena) a quem tratava , carinhosamente, como "minha segunda mãe".  Vale destacar que , a partir dos cinco anos de idade, foi morar com Nena no distrito de Tapuiará e retornando a cidade, aos oito anos.  Se faz necessário destacar que ele participou da criação da banda de música de Quixeramobim e atuou , como regente, durante vários anos. No ano de 1993 casou-se com a jovem Nina Rosa de Brito e dessa união conjugal nasceu Débora que encheu de alegria o coração dos jovens. Débora, segundo os amigos, era "A menina dos olhos de Marquinhos", um presente de Deus, com certeza. Na sua trajetória, como maestro, se viu premiado por diversas vezes na sua cidade natal e naquelas onde atuou e fez grandes amizades. Numa noite, como outra qualquer, 30.09.2011, o querido Marquinhos e seu amigo Evangelista, foram vítimas de um acidente de trânsito, atropelados por um veículo, não identificado, quando transitavam em uma motocicleta. Apesar de todas as tentativas dos médicos, da torcida da família e amigos para a sua recuperação, o maestro faleceu em primeiro de agosto daquele ano. No desfile de 7 de sembro, os  integrantes da banda de música prestaram uma grande homenagem ao saudoso maestro que emocionou a todos. Marcos José foi um amigo precioso de todos nós, teve uma participação muito importante na formação de uma nova geração de músicos. Foi uma figura humana singular, tratando a todos com muito carinho e sempre disposto a ajudar. Para os companheiros da arte musical, foi mais que um colega, um amigo, na expressão da palavra. Que Deus continue iluminando nosso Marquinhos na eternidade! Ele será ,sempre, uma estrela a brilhar na vida dos filhos da terra dos monólitos!
Querido pela família e amigos
O maestro e seus colegas de banda
Homenagem dos companheiros de banda
Marquinhos e Débora

Marquinhos e Nena

tempos de escola

domingo, 28 de fevereiro de 2016

MEMÓRIA DO FUTEBOL QUIXADAENSE- TIME DO BONSUCESSO BRILHAVA NA ZONA RURAL E NA CIDADE

<>Time do Bonsucesso, Serrote Vermelho que se apresentava, tanto na zona rural, como na cidade. Uma formação dos anos 50. Pela ordem: Dedé do Chicosinho, Joca, Tadeu Costa, Cleonor, Romulo Cesar, Milton Belizário, Pajeú, Sete, Chiúta, Flávio, Flávio Belizário, Raimundo Farrapo e Zé Bento. Nos dias de jogos entre o Bonsucesso e a equipe do Curtume, os torcedores acompanhavam com muito interesse.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A IMAGEM E O FATO: ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE QUIXADÁ EM SEU MODELO PRIMITIVO

<>Resumo Histórico: Originalmente pertencia ao município de Quixeramobim. Originaram-se da

concessão de sesmaria marginais do rio Sitiá. Em compra realizada em 18.12.1728, o Coronel Carlos Azevedo adquiriu terras no lugar denominado Quixadá. Seus herdeiros venderam as terras a José Barros Ferreira(1747) que situou fazenda e edificou capela no local, dedicando a Jesus, Maria e José. Foi elevada a categoria de vila em 27.12.1870 e à categoria de município em 17.08.1889.
-Data da inauguração: 7.09.1891
Fonte: Livro "Arquitetura Ferroviária no Ceará de José Capelo Filho e Lídia Sarmiento.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

DOCES RECORDAÇÕES- FESTA DE FORMATURA DE MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA


<>No início dos anos 70(século passado), Maria José de Oliveira recebia das mãos do padrinho ,Célio Oliveira, o diploma do Curso Normal. A alegria por esta festa de formatura ficou para sempre, não só no coração da concludente, mas dos pais Raimundinho e Elba e dos irmãos. Foi um momento de grande satisfação pela batalha vencida, pois para se obter um nível superior grandes obstáculos foram enfrentados, mas todos vencidos. Foi também um momento de emoção da despedida das colegas das salas de aula, dos queridos professores, dos funcionários da Escola. Saudades, muitas saudades da segunda casa que era o Colégio das Irmãs. Maria José diz, com palavras saídas do coração, que ter o querido Célio Oliveira, como padrinho, foi um presente de Deus.